Tão interessante e ao mesmo tempo inquietante este pensamento de "fugas" como um reequilíbrio... Inquietante por sermos tão rápidos a julgar estes movimentos como não válidos. Por serem fugas... Esta (re)definição da própria palavra pode levar a avaliações menos precipitadas. Excelente texto para iniciar esta viagem!
Muito obrigada por te juntares a esta reflexão, Rita! 🌱 Tens toda a razão. Infelizmente, a fuga é, muitas vezes, rotulada como covardia ou falta de coragem. Afinal, estás a "fugir", não estás a "enfrentar", certo? É por isso que a proposta deste texto (e desta newsletter) passa precisamente por questionar falsos consensos e abrir espaço para novas perspectivas. Convido-te a espreitar a secção Sobre, onde encontras o manifesto destes "planos de fuga" semanais. :)) [https://margaridapiresmarques.substack.com/about] Um beijinho e boa semana!
É tão bom finalmente ler-te. Não sabes como me revejo nas tuas reflexões!
É comum sentir-me julgada, por outros e muitas vezes também por mim mesma, por estar sempre em "fuga". Mas aquilo que procuro fazer é questionar-me e garantir que as minhas ações estão alinhadas com os meus pensamentos e sentimentos.
Não estou a fugir de nada, sinto sim, que estou a correr em direção àquilo que mais se alinha comigo, com a leveza de quem sabe que o que deixa para trás fica lá atrás por já não me fazer tanto sentido, quanto a próxima coisa me faz.
Aquilo que me move pode ser diferente cada vez que faço uma escolha, pode ser por obter um conhecimento novo, por querer seguir a minha intuição, por já não me identificar com o lugar onde estou ou por mera curiosidade. As razões podem ser tantas...
Quando estas buscas e redireções, escolhas e fins são feitos de forma consciente, é possível viver as mudanças da vida de forma mais leve e segura, sem que as dúvidas e questões dos de fora nos faça colocar as nossas próprias escolhas em causa.
Muito curiosa para te continuar a ler, obrigada por abrires este espaço para navegarmos novos caminhos em conjunto e para também nós, leitores, refletirmos sobre este e outros temas. Um abraço apertado!
Tão bom, Clara, também te poder ler e saber como este texto ressoou desse lado! 🫶 Muito obrigada pelas tuas palavras (que sabes que são casa) e pela tua partilha tão genuína. Acredito mesmo que somos mais a "fugir para" e menos a "fugir de". Ainda que o "para" possa ter temporariamente umas reticências à frente, em vez de uma resposta definitiva. Não achas? :) Abraço apertado! 🫂
Sem dúvida, Margarida! As reticências não fazem mossa nenhuma se soubermos estar tranquilos com a incerteza, o desconhecido e o entusiasmo que vem com não sabermos sempre o que vai acontecer exatamente. Até já!
Eu tenho um lado místico e ele interpreta tanto a racionalidade e voracidade por aprender e comunicar de gêmeos, quanto o desejo incessante de viajar e explorar lugares distantes de sagitário, ambos com uma verdadeira vontade de ir para fora de si, além daquilo que possui, buscando algo no externo, mas que inevitavelmente essa busca vai esbarrar e mostrar que não é sobre o que o exterior pode mostrar, ensinar, mas sim o quanto o interno é capaz de se reconhecer e se conectar com o externo.
Lendo sua edição, me trouxe essa lembrança da analogia com os arquétipos desses dois signos.
Como a escrita e a leitura são potentes né, podem acessar lugares em nós e nos outros que vão além do que podemos esperar, aliás esperar, não é antônimo de fuga, mas está bem longe de guardar a mesma essência que ela contém rs.
May, que camada tão interessante, aquela que trazes! Não tinha pensado nessa intersecção com a astrologia. :)
E, sem dúvida, que a escrita e a leitura têm o poder de nos levar a lugares inesperados. As palavras são mesmo um tapete mágico. Muito obrigada pela tua partilha! ✨
Tão interessante e ao mesmo tempo inquietante este pensamento de "fugas" como um reequilíbrio... Inquietante por sermos tão rápidos a julgar estes movimentos como não válidos. Por serem fugas... Esta (re)definição da própria palavra pode levar a avaliações menos precipitadas. Excelente texto para iniciar esta viagem!
Muito obrigada por te juntares a esta reflexão, Rita! 🌱 Tens toda a razão. Infelizmente, a fuga é, muitas vezes, rotulada como covardia ou falta de coragem. Afinal, estás a "fugir", não estás a "enfrentar", certo? É por isso que a proposta deste texto (e desta newsletter) passa precisamente por questionar falsos consensos e abrir espaço para novas perspectivas. Convido-te a espreitar a secção Sobre, onde encontras o manifesto destes "planos de fuga" semanais. :)) [https://margaridapiresmarques.substack.com/about] Um beijinho e boa semana!
Querida Margarida,
É tão bom finalmente ler-te. Não sabes como me revejo nas tuas reflexões!
É comum sentir-me julgada, por outros e muitas vezes também por mim mesma, por estar sempre em "fuga". Mas aquilo que procuro fazer é questionar-me e garantir que as minhas ações estão alinhadas com os meus pensamentos e sentimentos.
Não estou a fugir de nada, sinto sim, que estou a correr em direção àquilo que mais se alinha comigo, com a leveza de quem sabe que o que deixa para trás fica lá atrás por já não me fazer tanto sentido, quanto a próxima coisa me faz.
Aquilo que me move pode ser diferente cada vez que faço uma escolha, pode ser por obter um conhecimento novo, por querer seguir a minha intuição, por já não me identificar com o lugar onde estou ou por mera curiosidade. As razões podem ser tantas...
Quando estas buscas e redireções, escolhas e fins são feitos de forma consciente, é possível viver as mudanças da vida de forma mais leve e segura, sem que as dúvidas e questões dos de fora nos faça colocar as nossas próprias escolhas em causa.
Muito curiosa para te continuar a ler, obrigada por abrires este espaço para navegarmos novos caminhos em conjunto e para também nós, leitores, refletirmos sobre este e outros temas. Um abraço apertado!
Tão bom, Clara, também te poder ler e saber como este texto ressoou desse lado! 🫶 Muito obrigada pelas tuas palavras (que sabes que são casa) e pela tua partilha tão genuína. Acredito mesmo que somos mais a "fugir para" e menos a "fugir de". Ainda que o "para" possa ter temporariamente umas reticências à frente, em vez de uma resposta definitiva. Não achas? :) Abraço apertado! 🫂
Sem dúvida, Margarida! As reticências não fazem mossa nenhuma se soubermos estar tranquilos com a incerteza, o desconhecido e o entusiasmo que vem com não sabermos sempre o que vai acontecer exatamente. Até já!
Eu tenho um lado místico e ele interpreta tanto a racionalidade e voracidade por aprender e comunicar de gêmeos, quanto o desejo incessante de viajar e explorar lugares distantes de sagitário, ambos com uma verdadeira vontade de ir para fora de si, além daquilo que possui, buscando algo no externo, mas que inevitavelmente essa busca vai esbarrar e mostrar que não é sobre o que o exterior pode mostrar, ensinar, mas sim o quanto o interno é capaz de se reconhecer e se conectar com o externo.
Lendo sua edição, me trouxe essa lembrança da analogia com os arquétipos desses dois signos.
Como a escrita e a leitura são potentes né, podem acessar lugares em nós e nos outros que vão além do que podemos esperar, aliás esperar, não é antônimo de fuga, mas está bem longe de guardar a mesma essência que ela contém rs.
Obrigada pela partilha.
May, que camada tão interessante, aquela que trazes! Não tinha pensado nessa intersecção com a astrologia. :)
E, sem dúvida, que a escrita e a leitura têm o poder de nos levar a lugares inesperados. As palavras são mesmo um tapete mágico. Muito obrigada pela tua partilha! ✨